FOLCLORE

FOLCLORE - CONTOS POPULARES

Conta-se, na tradição folclórica de Cristina, que nas noites de lua cheia, em determinada época, uma mulher vestida de noiva desce a Rua do Clube Operário com um buquê de flores brancas na mão, arrastando seu longo vestido, vai até a Igreja Matriz, onde desaparece.

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Às sextas-feiras da quaresma, vê-se um velho, que desce a Rua do Hospital fumando cachimbo e batendo a bengala no chão. Ele some quando termina a rua.

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Nas noites de lua cheia, quem se dirige pro lado da "Piscina" de madrugada, pode ver o lobisomem atravessar a rua, entrar embaixo da cerca e desaparecer.

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Nos dias da quaresma, à meia-noite, sai da Igreja uma porca acompanhada de seus porquinhos, anda por toda a cidade e retorna para a Igreja.

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Conta-se que havia um caminhão que descia do cemitério, passava pela praça e ia pra Graminha. Mas só se via os faróis e o barulho.

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No Santo Cruzeiro aparecia uma mulher de branco, para quem por  ali passava de madrugada, e à medida que as pessoas iam chegando perto, ela ia crescendo, crescendo e se curvava pro lado destas pessoas, que desmaiavam.

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Dizem que nas mediações do Chafariz pode se ver de madrugada um homem velho barbudo carregando baldes de sangue.

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Perto da Torre do Cruz pode se ver uma enorme bola de fogo, que segue as pessoas. Os mais velhos dizem que são as almas dos escravos, mortos pela crueldade dos senhores.

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Quem segue a Rua Mal. Deodoro da Fonseca, à noite, é seguido por um homem de chapéu tampando o rosto. Cada vez que a pessoa olha para traz ele vai crescendo, crescendo e fica mais alto que o poste. Contam.

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A FOTO ABAIXO FOI TIRADA NA CACHOEIRA DA GRUTA.